A divulgação de O Rei da Internet decidiu ir além do tradicional e transformou seu lançamento em uma experiência que mistura nostalgia, interatividade e alerta social. Com estreia marcada para 14 de maio nos cinemas, o longa dirigido por Fabrício Bittar aposta em uma campanha criativa que literalmente “invade” o ambiente digital para chamar a atenção do público.
Inspirado na trajetória real de um dos hackers mais conhecidos do país, o filme traz João Guilherme no papel principal, enquanto Marcelo Serrado interpreta o líder da organização criminosa. A história acompanha a ascensão meteórica de um jovem que, ainda na adolescência, se envolve em esquemas milionários e acaba no radar das autoridades.

Como parte da estratégia de lançamento, a campanha recria um dos maiores símbolos da internet dos anos 2000: o Orkut. Em uma reconstrução detalhada, os usuários podem explorar um perfil fictício ligado ao protagonista, com direito a depoimentos, comunidades e elementos clássicos da antiga rede social, um verdadeiro mergulho nostálgico para quem viveu a era inicial da web.
A experiência vai além do visual. O público também pode interagir com conteúdos que simulam invasões digitais e até acessar um “curso” de hacking, que satiriza a cultura atual de promessas fáceis de enriquecimento online. A proposta dialoga diretamente com a narrativa do filme, que expõe os perigos por trás desse universo.
Um dos pontos mais impactantes da campanha é uma ferramenta real de verificação de segurança digital, onde usuários podem checar se seus dados já foram expostos em vazamentos. A ação reforça a principal mensagem do longa: apesar da evolução tecnológica, a vulnerabilidade dos usuários continua sendo um problema atual.

Acesse o site oficial e volte direto para o início dos anos 2000, navegando pelo perfil “oficial” de Daniel Nascimento no saudoso Orkut.

Na trama, O Rei da Internet mistura drama e ação ao retratar a jornada de um adolescente que ganha dinheiro rápido, vive uma rotina de excessos e se envolve com uma rede criminosa complexa. Em meio a perseguições, festas e crimes virtuais, o filme também resgata o início da cultura hacker no Brasil, quando a internet ainda dava seus primeiros passos no cotidiano das pessoas.
Com produção que combina entretenimento e crítica social, o longa propõe não apenas contar uma história, mas também provocar reflexão sobre o comportamento digital contemporâneo, mostrando que, mesmo em uma era hiperconectada, muitos riscos continuam invisíveis para a maioria.
Elenco:
João Guilherme, Marcelo Serrado, Emílio de Mello, Kaik Pereira, Adriano Garib, Caio Horowicz, Miguel Nader, Enrico Cardoso, Clarissa Müller, Bia Seidl, Débora Ozório e muito mais.
Ficha técnica:
Direção: Fabrício Bittar
Roteiro: Fabrício Bittar e Vinícius Perez
Produção executiva: Fabrício Bittar, Lucas Veiga e Julia Carlucci
Direção de arte: Tatiane Oliveira
Direção de fotografia: Pedro Pipano
Direção de produção: Talita Cassiano
Produção de elenco: Bruna Bueno
Som: André Bellentani
Figurino: Débora Ceccatto
Maquiagem: Tatiane Manfrin


