Com estreia marcada para 29 de outubro nos cinemas brasileiros, o longa coloca o ator diante de um desafio no qual força e experiência militar podem não ser suficientes para garantir o sucesso de sua missão.
Dirigido por Scott Waugh, responsável por Os Mercenários 4, o filme também conta com o brasileiro Rodrigo Santoro no papel de antagonista, além de Owen Wilson, formando um elenco que promete movimentar uma história marcada por perseguições, confrontos e decisões arriscadas.
Na trama, Alan Ritchson interpreta Hank Malone, um veterano militar que trabalha como transportador especializado em operações de alto risco. Acostumado a enfrentar situações perigosas, ele recebe uma tarefa que exige muito mais do que habilidade e precisão: transportar um órgão destinado a uma paciente que precisa urgentemente de um transplante.
O problema é que a carga desperta o interesse de uma organização criminosa, transformando uma operação médica de emergência em uma verdadeira batalha pela sobrevivência. Com o tempo se esgotando, Malone precisa encontrar maneiras de superar os obstáculos que surgem durante o percurso, enquanto enfrenta adversários determinados a impedir que a entrega seja concluída.
Cada minuto perdido pode representar uma ameaça à vida da paciente, aumentando a pressão sobre o protagonista e tornando a missão ainda mais perigosa. A situação se complica com a presença de um criminoso interpretado por Rodrigo Santoro, responsável por comandar os esforços para interceptar a valiosa carga.
Embora tenha conquistado popularidade por interpretar personagens fisicamente imponentes, Alan Ritchson destaca que seu papel em Três Horas para Viver apresenta características que vão além das tradicionais sequências de combate.
Hank Malone possui um passado militar, algo familiar na carreira do ator. Entretanto, sua trajetória também é marcada por experiências pessoais que influenciam suas atitudes e a maneira como enfrenta os acontecimentos.
Segundo Ritchson, o personagem possui uma dimensão emocional importante, permitindo explorar sentimentos e conflitos que nem sempre recebem tanto espaço em produções de ação. O ator explicou que utilizou experiências de sua própria vida para compreender melhor o protagonista e construir sua interpretação.
Essa abordagem pretende acrescentar profundidade à história, mostrando que a missão de Malone não envolve apenas derrotar criminosos, mas também lidar com o peso de carregar a responsabilidade pela sobrevivência de outra pessoa.
Além de assumir o papel principal, Alan Ritchson também participa de “Três Horas para Viver” como produtor, contribuindo diretamente para o desenvolvimento da produção. Um dos aspectos mais interessantes dos bastidores é a reunião de profissionais que já trabalharam com o ator na série Reacher.
Para desenvolver as sequências de combate e perseguição, Ritchson trouxe integrantes da equipe de dublês da produção televisiva, aproveitando a experiência adquirida ao longo das gravações da série. A colaboração ganhou ainda mais importância com a presença do diretor Scott Waugh, que possui uma longa trajetória como dublê antes de assumir a direção de filmes.
Essa experiência compartilhada ajudou a estabelecer uma abordagem voltada à construção de cenas de ação elaboradas, com atenção à execução dos movimentos e à dinâmica dos confrontos.
Ritchson também revelou que participou de um trabalho próximo aos roteiristas, buscando aprimorar a narrativa e equilibrar os momentos de tensão com o desenvolvimento dos personagens. Para o ator, o resultado representa uma produção cuidadosamente trabalhada, tanto em seus aspectos técnicos quanto na construção da história.

Um dos principais destaques para o público brasileiro é a participação de Rodrigo Santoro, que interpreta o antagonista responsável por transformar a missão de Hank Malone em um verdadeiro pesadelo.
Conhecido por sua trajetória no cinema nacional e internacional, Santoro participou de produções como 300, Simplesmente Amor, Westworld, Lost e O Filho de Mil Homens. Em Três Horas para Viver, o ator assume uma posição central no conflito, interpretando um criminoso disposto a utilizar todos os recursos disponíveis para impedir que o protagonista cumpra sua tarefa.
O confronto entre os personagens de Santoro e Ritchson representa um dos principais elementos da narrativa, colocando frente a frente dois homens com objetivos completamente opostos. Enquanto Malone precisa garantir que o órgão chegue ao destino, seu adversário está determinado a tomar a carga, independentemente das consequências. Outro nome de destaque é Owen Wilson, conhecido por sua versatilidade em produções de diferentes gêneros. O ator construiu uma carreira marcada por filmes como Marley & Eu, Penetras Bons de Bico, Meia-Noite em Paris e Uma Noite no Museu, além de interpretar Mobius na série Loki, da Marvel.
Sua participação em Três Horas para Viver acrescenta mais um nome conhecido ao elenco, que também reúne Leila George D’Onofrio, de Máquinas Mortais; Sullivan Stapleton, de 300: A Ascensão do Império; e Peta Sergeant, de Patrick: O Despertar do Mal.

Com uma história construída em torno de uma emergência médica, Três Horas para Viver utiliza a urgência de sua premissa para intensificar os acontecimentos.
Diferentemente de uma missão convencional de transporte, o protagonista não pode simplesmente abandonar a carga ou esperar que o perigo desapareça. Existe uma pessoa dependendo diretamente do sucesso de sua operação. Esse elemento transforma o relógio em mais um adversário, criando uma situação na qual qualquer atraso pode comprometer o objetivo final. Ao combinar perseguições, confrontos físicos, criminosos perigosos e um protagonista emocionalmente envolvido com sua missão, o longa busca oferecer uma experiência que mistura a adrenalina dos filmes de ação com a tensão de um thriller de sobrevivência.
Com direção de Scott Waugh e distribuição da Diamond Films, “Três Horas para Viver” estreia nos cinemas brasileiros em 29 de outubro de 2026.



